brega is the new cool e amar é o ápice da rebeldia

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olá docinho de coco,

é um prazer falar com vc abertamente. se vc tá cadastrado no incrível mailing da dobra, já conversamos antes por motivos de: sou a louca dos e-mails, e do instagram tb e tal.

se ainda não se cadastrou, estou um pouco chateada, porém, chega mais – clique aqui para perdão.

não, eu não costumava usar docinhos ou benzinhos, ou nenês ou amorzinhos pra falar com as pessoas, mas chega um momento da vida em que a gente percebe que cafona mesmo é não sentir e não dizer as coisas boas e fofas que sente. talvez seja meu momento tia chegando. e eu aceito. inclusive, que momento lindo de autoconfiança.

em tempos de tanta intensidade e liquidez nos relacionamentos, há quem olhe pra vida e para os relacionamentos como se fossem acontecimentos raros e escassos, pela dificuldade de distinguir e de separar como sentem os tantos muitos seres que, com facilidade hoje, se relacionam.

a verdade é que a gente inventa tudo, todas as datas, comemorações, santos, profetas, regras, sociedades, culturas, e bem, o dia 12 de junho no brasil.

em relação a tudo isso, há sempre formas diferentes de encarar. confesso que não sou a pessoa mais alto astral do mundo o tempo todo (e nem perto disso), mas acredito que dá pra olhar pra tudo que acontece de forma mais positiva, e quando escrevo pra vcs penso que tudo é oportunidade de fazer enxergar isso, são possibilidades de fazer sentir mais coisas boas.

essa responsabilidade de lidar com pessoas é gigantesca e causa em mim uma constante reflexão de vida e impulsiona todo meu lado hippie amorzinho agente da mudança, e provavelmente a culpa é de vcs se estou cada vez mais titia de whats com msgs fofas cheias de gatinhos, corações e frufrus.

inclusive, fique com essa imagem que me fez chorar ontem e que eu precisava incluir em algum lugar:

o que quero dizer é que eu não sou essa pessoa.

o que eu venho me tornando, e destruindo e recriando todo dia é a pessoa que tem responsabilidade com o que sente e manda pro mundo, com o que faz os outros sentirem, tanto no trabalho quanto fora.

e que aqui eu sou constantemente recriada e influenciada por ter que escrever pra muitas pessoas, por essa oportunidade/responsabilidade de inserir perspectivas e pelos feedbacks que a gente recebe de tudo isso.

pq eu disse destruir? o que mais tenho aprendido, (inclusive obrigada à pessoa que me entregou um livro de Krishnamurti no meio de uma noite louca, livro que me trouxe insights sobre isso) é que não dá pra basear todas minhas experiências e opiniões futuras em quem eu fui até então. que eu não sou tudo que já estudei e as coisas que fiz. tá, eu sou sim também, não tem como fugir disso.

o ponto é que a gente também tem que ter a possibilidade de se libertar da persona que a gente criou até aqui, do contrário tudo é previsível.

uma faltinha de memória bem que cairia bem quando isso significa poder ser livre de quem a gente acha que é, da nossa casca da gente mesmo, dos limites que a gente acredita que o nosso personagem tem, das nossas formas de pensar, de agir e sentir de sempre.

tudo isso porque “até mesmo as palavras que a gente usa pra descrever nossas experiências, moldam essas experiências”.

palavras de Jason Silva que me marcaram muito pelo fato de me fazer perceber que os acontecimentos não são bons ou ruins ou menos ou mais, eles são aquilo que a gente sente em relação a eles, e o como contamos essas histórias pra gente mesmo.

aí que eu decidi que dá pra escolher e pra moldar tudo isso, pra mim mesma e nas coisas que crio e mando pro mundo. é um exercício constante ter que se lembrar disso e não é sempre fácil.

também percebi que eu não sou um ser estático com um crescimento linear previsível, que tudo é possível quando a gente se coloca numa posição tal qual como a dobra opera: aberta.  que “nós somos o que emerge no loop de feedbacks entre cérebros, ferramentas e ambiente.” frase maravilhosa também de Jason Silva, boa pra entender que tudo na nossa volta influencia o que a gente faz, em loop, sem início e sem fim, sem tempo.

basicamente, eu escrevo pq vc se sentiu assim quando leu o que eu escrevi.

piração demais? pode ser.

mas voltando pro planeta, pra data de hoje, dia 12. eu vim pra dizer que a gente escolhe como se relacionar com a gente mesmo e com o mundo em volta. tudo pode ser lindo ou muito triste e horrível.

pode ser que muitos de nós tenhamos entrado num modo automático meio pessimista em relação a tudo, e por isso hoje talvez o auge da rebeldia seja ter coragem de sentir.

de escolher contar uma história mais cheia de amorzinho sobre a vida.

vim e venho pra dizer que

o que importa é sentir amor pelos seres, incluindo vc.

seja brega, seja romântico, seja rebelde:

ame.

já passamos daquela fase de joguinhos, não é mesmo?

ninguém é mais legal por sentir ou demonstrar menos, queridinhis.

vamo amar, vamo ser bem brega, demonstrar é show de bola. <3

é hora de contar pra vc mesmo  a história de que vc é livre, leve e solto e muito rebelde pra amar a vida.

ah, a dessa, minha coleguinha de trabalho, pediu pra vcs adivinharem meu signo pq ela acha muito absurdo que este signo escreva tais palavras. comenta aí se tiver um palpite, estamos de olho.

obs: não se deixe influenciar por minha foto mysteryoza anônima de escritora neste blog, sou fofa.

selecione o apelido abaixo de sua preferência para a despedida:

beijocas, benzinho/xuxuzinho/meu neném/amorzinho/

TÔ TE VENDO SAIR 👀

TÔ DE OLHO EM VC 👀

pode parar por aí, ainda tenho tanto pra te falar. deixa seu e-mail aqui embaixo pra eu te mandar umas novidades e descontinhos marotos: